Selic segue em 15% ao ano: entenda os impactos do juro elevado no Brasil e a diferença em relação aos EUA
- João Beck

- 28 de jan.
- 2 min de leitura
Desde junho, a taxa Selic permanece em 15% ao ano, conforme decisões consecutivas do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central).
O patamar reforça a manutenção de uma política monetária restritiva, com foco no controle da inflação e na ancoragem das expectativas do mercado.
Esse movimento ocorre em um contexto global no qual os Estados Unidos adotam uma postura diferente em relação aos juros, criando um descompasso relevante entre as duas maiores economias do continente.

Por que a Selic continua em 15%?
De acordo com as comunicações oficiais do Banco Central, a manutenção da Selic em nível elevado reflete:
Inflação ainda acima da meta em determinados núcleos
Necessidade de manter expectativas inflacionárias ancoradas
Cautela diante do cenário fiscal e da atividade econômica
A sinalização do Copom tem sido clara: juros elevados por um período prolongado, até que haja maior segurança no processo de desinflação.
Juros no Brasil x juros nos Estados Unidos
Enquanto o Brasil sustenta uma Selic em 15%, o Federal Reserve (Fed) trabalha com juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
Essa diferença evidencia ciclos monetários distintos:
Brasil: política mais restritiva, priorizando estabilidade de preços
Estados Unidos: ajuste mais gradual, equilibrando inflação, emprego e crescimento
Segundo análises recorrentes em veículos como InfoMoney e Valor Econômico, esse diferencial de juros influencia diretamente o comportamento dos investidores globais.
Impactos do diferencial de juros no mercado financeiro
O descompasso entre Brasil e EUA afeta diversos ativos e variáveis do mercado, como:
Dólar
O diferencial de juros tende a atrair ou afastar capital estrangeiro, impactando o câmbio.
Bolsa de valores
Juros elevados aumentam o custo de oportunidade e pressionam ativos de risco, especialmente ações.
Juros futuros
As expectativas em relação à política monetária se refletem diretamente na curva de juros.
Oportunidades de curto prazo
Movimentos de política monetária costumam gerar volatilidade e oportunidades para quem acompanha o mercado de perto.
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